Modelos desfilam ao som de água correndo vestindo peças em materiais como couro de avestruz, de peixe e lona.
O desfile Osklen, primeiro do dia na SPFW
A natureza deu o tom no desfile da Osklen, o primeiro desta edição que começou nesta terça, 17. E não só nas cores, formas e estampas. Oskar Metsavaht levou para a passarela uma série de tecidos sócio-ambientais, os e-fabrics: lona, plástico, couro de avestruz, jacaré e até peixe em chapéus, bolsas e nos sapatos.
Ao som de água correndo, a coleção começa a ser mostrada em tons de cinza e prata. Ao longo do desfile outros tons neutros, como branco e marfim, vão surgindo. À exceção do turquesa e do vermelho, as outras cores não são intensas e às vezes surgem num interessante degradê que leva o verde do água ao bem fechado e o rosa, do tom seco ao salmão.
Como um jogo de encaixe e desencaixe, Oskar leva para a passarela camisas descontruídas e peças com bolsos enormes, que criam volumes. Entre os tecidos figuram algodão, linho, palha de seda e chamois, entre outros. Mas se destaca o tricô resinado com toque metalizado que vira vestido e colete – para ele ou ela.
Os chapéus, em pele de tilápia, têm forma de coador de café. As bolsas são em tamanho máxi. Nos pés, elas usam tênis com sola de corda de juta e cadarço que amarra no tornozelo. A sandália têm salto anabela em corda e cobre quase todo o pé. Já eles calçam tênis e espadriles.
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